A história da Rita
Nascida em 1984, em Almada, cresceu sentindo-se diferente.
Tinha uma sensibilidade fora do comum, como se conseguisse captar emoções e pensamentos à sua volta com uma intensidade difícil de explicar. Muitas vezes incompreendida, foi vista como distraída ou distante, quando na verdade, apenas sentia mais do que os outros.
Cresceu a lidar com dores físicas constantes, especialmente enxaquecas, e atravessou períodos de depressão e solidão profunda. Durante muito tempo, procurou respostas sem saber exatamente onde encontrá-las.
Até que um dia decidiu mudar tudo.
Deixou um caminho estável e previsível para seguir algo que não sabia explicar, apenas sentia. Foi uma decisão guiada por intuição, num momento em que a vida pedia transformação.
A descoberta
Foi nessa fase que alguém lhe mostrou aquilo que sempre esteve presente, mas nunca tinha sido nomeado: a sua capacidade de sentir e absorver as energias dos outros.
Rita era empática.
A partir daí, tudo começou a fazer sentido.
Foi também neste momento que surgiu a ligação com os cristais, uma conexão imediata, profunda e quase natural. Pela primeira vez, encontrou algo que realmente captava a sua atenção, despertava o seu interesse e trazia paz.
Começou a estudar cristaloterapia, não apenas como conhecimento, mas como ferramenta de cura pessoal.
E foi aí que tudo mudou.
A Kuramor
A Kuramor nasceu de forma simples: com o desejo de ajudar outras pessoas, tal como ela própria tinha sido ajudada.
Inicialmente, era algo íntimo, partilhado com quem estava por perto.
Mas com a chegada da pandemia, e com os desafios acrescidos na sua vida profissional devido à surdez, a Kuramor tornou-se mais do que um projeto: tornou-se um propósito.
Hoje, é a sua principal atividade e a forma como coloca o seu dom ao serviço dos outros.